Imagine Belieber

27 julho 2012

Forever - 36º Capítulo


'Um dos momentos mais dificies na vida é decidir se você deve 
desistir ou tentar mais uma vez..'

(seu nome): Me leve para casa.
(...)
Assim que o Justin estacionou o carro, eu rapidamente desci correndo, passei pela porta da frente e fui subindo dois degraus cada vez, na espera de encontrar a Carly lá. Eu preciso muito ver ela, preciso contar pra ela todos os pensamentos que eu ando tendo. Ela é a única que eu posso me explicar, a única talvez capaz de me entender.
Cheguei no meu quarto, meu banheiro, minha sacada, chamei o nome dela, me sentindo estranha, excitada, abalada, em pânica de um jeito que... sei lá. Eu não consigo explicar direito. Mais ela não aparece e então eu me arrasto na cama, curvo meu corpo em um pequena bola, revivo a perda dela de novo. É. 

Sabrina: (seu nome) amor, você ta bem? -solta suas malas e se ajoelha do meu lado, sua mão fria me segura-
Eu fecho meus olhos e balanço a cabeça, que apesar do feitiço para desmaiar, apesar do meu recente episódio de exaustão, eu não estou doente. Pelo menos não da forma que a qual ela se referiu. É mais complicado que isso, e não tão fácil de curar.
Eu rolo para o meu lado, usando o travesseiro para limpar minhas lágrimas, então viro para ela.

(seu nome): Às vezes...às vezes isso só me atinge, sabe? E, não está ficando mais fácil -eu engasgo, meus olhos se enchendo de lágrimas de novo-

Ela olha para mim, o rosto dela suavizado por pesar

Sabrina: E não tenho certeza que ficará. Eu acho que você simplesmente se acostuma com o sentimento, a solidão, a perda, e de alguma forma aprende a viver apesar disso. -sorri, limpando minhas lágrimas-

 
E quando ela deita ao meu lado, eu não me afasto. Eu só fecho meus olhos e me permito sentir a dor dela, e minha dor, até que as duas estejam misturadas, crua e profundamente sem inicio ou fim. E ficamos assim, chorando e conversando e dividindo da forma como deveríamos ter feito muito tempo atrás. Se eu tivesse permitido ela se aproximar. Se eu não a tivesse afastando.
E quando ela finalmente levanta para fazer o jantar, ela pega sua mala


Sabrina: Olha o que encontrei no porta malas do meu carro. Eu peguei emprestado séculos atrás, logo quando você se mudou para cá. Eu não percebi que ainda o tinha.
Então ela joga uma blusa de cor de pêssego. Aquele que eu tinha esquecido.
O que eu não usava desde a primeira semana de aula.
O que eu estava usando na foto que estava na mesa do Justin, embora ainda não tivéssemos nos conhecido.

(...)
No outro dia, acordei vesti ESSA roupa e fui para a escola, passei na casa do Marcos e peguei ele. Chegando lá eu passo pelo Justin e aquela Idiota vaga que ele sempre guarda pra mim. AFF. E eu simplesmente estaciono no que parece ser do outro lado do mundo.
Marcos: Que isso?  -boquiaberto- Você passou direto! E agora olha o tanto que agente tem que andar.
Eu bati minha porta e caminhei pelo estacionamento, passando direto pelo Justin que está inclinado contra seu carro, esperando por mim.
Marcos: Helooooo? Alto, loiro e bonito as três horas, você passou por ele! O que está acontecendo com você hein? -
agarrando meu braço e olhando para mim- Vocês brigaram?

Mas eu só balanço a cabeça e me afasto. 
(seu nome): Não tem nada acontecendo.

Embora da ultima vez que eu chequei o Justin estava bem atrás de mim, quando eu entrei na sala e fui para meu lugar, ele já estava lá. Então eu ergui meu capuz, e liguei meu iPod, fazendo questão de ignorar ele, enquanto espero o Sr. Robins fazer a chamada.
Justin: (seu nome)... -sussurra, enquanto eu olho diretamente para frente, me focando no cabelo do Sr. Robins, esperando por minha vez de responder-


Justin: (seu nome), eu sei que você está chateada. Mas eu posso te explicar. 

Eu olho diretamente para frente, fingindo não ouvir.
Justin: (seu nome), por favor? -implora-
Mas eu só ajo como se ele nem estivesse ali, e assim que o Sr. Robins chega ao meu nome, Justin suspira, fecha os olhos.

Justin: Tudo bem. Só lembre-se, foi você que pediu.

E em seguida,um horrível thwonk! Ressoa através da sala, enquanto dezenove cabeças batem a cabeça na suas mesas.
Todos menos eu e o Justin.
Eu olho ao redor, boca aberta, olhos tentando entender, e quando eu finalmente viro para Justin, encarando de forma acusadora, ele só dá nos ombros 

Justin: Isso era exatamente o que eu esperava evitar.
(seu nome): O que você fez? 

 Eu encaro todos os corpos moles, um terrível entendimento começando a emergir.
(seu nome): O MEU DEUS... VOCÊS OS MATOU ! -grito, meu coração batendo tão rápido que eu tenho certeza que ele consegue ouvir-
Mas ele simplesmente balança a cabeça e diz

Justin: Anda... (seu nome).  Você me tira pra que? É claro, que não os matei. Eles só estão tirando uma pequena... soneca, só isso.

Eu escapo para a ponta da minha cadeira, olhos fixos na porta, planejando minha fuga.
Justin: Você pode tentar, mas você não vai chegar muito longe. Você viu como apostei com você que chegaria antes, mesmo te dando uma vantagem? -Ele cruza as pernas e olha para mim, o rosto calmo, a faz tão firme quanto poderia ser-
(seu nome): Você pode ler minha mente? -sussurrei, lembrando alguns dos meus mais embaraçosos pensamentos, minha bochecha ficando quente enquanto meus dedos agarram a ponta da minha mesa-

Justin: Normalmente. -da nos ombros- Bem...basicamente sempre.. Sim eu posso.
(seu nome): A quanto tempo? -o encaro, parte de mim querendo aproveitar a chance para escapar, enquanto a outra parte quer alguma perguntas respondidas antes da minha quase certa morte-
Justin: Desde o primeiro dia em que te vi -sussurra, o olhar dele trancado no meu, enviando uma onda de calor através do meu corpo-

(seu nome): E quando foi isso? -a voz tremendo, lembrando da foto na mesa dele, e me perguntando a quanto tempo ele tem me vigiado-
Justin: Não estou vigiando você -ri- Pelo menos não do jeito que você pensa.


(seu nome): Porque eu deveria acreditar em você? -sabendo que não devo confiar nele-
Justin: Porque eu nunca menti para você.
(seu nome): Você ta mentindo agora.
Justin: Eu nunca menti para você sobre algo importante. -desviando o olhar-
(seu nome): Oh, verdade? E quanto ao fato de você ter tirado uma foto de mim, muito antes de você sequer estudar aqui? Onde isso cai na sua lista de coisas importantes para dividir numa relação? -encaro ele-

Ele suspira, os olhos dele parecendo cansados
Justin: E onde ser clarividente que anda com sua irmãzinha morta, caí na sua?(seu nome): Você não sabe nada sobre mim.
Eu levanto, as mãos suadas e tremulas, coração batendo forte no peito, enquanto encaro todos os corpos desmaiados, Stacia com a boca aberta, Craig roncando tão alto que ele vibra, Sr. Robins parecendo mais feliz e pacifico do que eu jamais vi.(seu nome):  Está na escola toda? Ou só essa sala?Justin: Não tenho certeza, mas acho que é a escola toda.
Ele acena, sorrindo enquanto olha ao redor, claramente satisfeito com seu trabalho.
E sem qualquer outra palavra, eu saiu da minha cadeira, corro até a porta, passo pelo corredor, através da quadra, e pelo escritório. Passo voando pelas secretarias e administradores dormindo em suas mesas, antes de passar pela porta e entrar no estacionamento, correndo até meu pequeno Miata vermelho, onde Justin já está esperando, minha mochila pendurada na ponta dos dedos dele.

Justin: Eu te disse. -Ele dá nos ombros, devolvendo minha mochila.

Eu fico parada diante dele, suada, frenética, completamente apavorada.
Todos aqueles longos momentos esquecidos passando diante de mim – o rosto dele coberto de sangue, Alice caída e gemendo, aquele estranho e apavorante quarto – e eu sei que ele fez algo com minha mente, algo para me impedir de lembrar. E embora eu não seja páreo para alguém como ele, eu me recuso a cair sem uma briga.


Justin: (seu nome)! -ele chora, indo em minha direção, então deixando suas mãos caindo no seu lado-
Justin: Você acha que fiz tudo isso para que eu possa matar você? -Os olhos dele estão cheios de angustia, freneticamente procurando meu rosto.-

(seu nome): Não é esse o plano? -eu encaro- Alice acha que é tudo um selvagem, gótico, sonho por causa da febre. Eu sou a única que sabe a verdade. Eu sou a única que sabe o monstro que você realmente é. A única coisa que eu não entendo é porque você simplesmente matou nós duas quando teve a chance? Porque se incomodar em suprimir a memória e me manter viva?
Justin: Eu nunca machucaria você -os olhos dele cobertos de dor-
Justin: Você entendeu tudo errado, eu estava tentando salvar a Alice, não machucar ela. Você simplesmente não quis escutar.
(seu nome). Então porque ela parecia estar a beira da morte?
Eu pressionei meus lábios juntos para os impedir de tremer, meus olhos fixos nos dele mas recusando seu calor.
Justin: Porque ela estava a beira da morte. Aquela tatuagem no pulso dela estava infectada do pior jeito...estava matando ela. Quando você nos pegou eu estava sugando a infecção dela, como você faz com uma picada de cobra.

(seu nome): Eu sei o que eu vi.
Ele fecha os olhos, aperta o nariz com os dedos e respira fundo antes de olhar para mim e dizer,
Justin: Eu sei o que parece. E eu sei que você não acredita em mim. Mas eu tentei explicar e você não me deixou, então eu fiz tudo para chamar sua atenção. Porque, (seu nome), confie em mim, você entendeu tudo errado.

Ele olha para mim, os olhos dele escuros e intensos, suas mãos relaxadas e abertas, mas eu não estou caindo nessa. Em nenhuma palavra. Ele teve centenas, talvez milhares de anos para aperfeiçoar essa atuação, resultando em um show realmente bom, mas ainda sim, apenas um show. E embora eu não consiga acreditar no que estou prestes a dizer, embora eu não consiga entender direito, é a única explicação, não importa o quão maluca seja.


(seu nome): Tudo o que eu sei é que eu quero que você volte para o seu caixão, ou seu esconderijo, ou onde quer que fosse que você vivia antes de vir aqui e... 

Eu arfo por oxigênio, me sentindo como se estivesse presa num terrível pesadelo, desejando acordar logo. 
(seu nome): Só me deixe em paz...vai embora!
Ele fecha os olhos e balança a cabeça, reprimindo uma risada e diz. 
Justin: Eu não sou um vampiro, (seu nome).
(seu nome): OOO, yeah? Prove!  -minha voz tremendo, meus olhos nos dele, planamente convencidas que um rosário, uma luva de alho, e uma estaca de madeira terminariam com isso.
Mas ele só ri. 

Justin: Não seja ridícula. Isso não existe.(seu nome): Eu sei o que eu vi
Imaginando o sangue, Alice, aquele estranho e assustador quarto, sabendo que assim que eu vir aquilo, ele também verá. Me perguntando como ele poderá possivelmente explicar sua amizade com Maria Antonieta, Picasso, Van Goghm Emily Bronte, e Willian Shakespeare quando eles viveram a séculos de diferença.
Ele balança a cabeça, então olha para mim 

Justin: Bem, para falar a verdade, eu também era um bom amigo de Leonardo da Vinci, Botticelli, Francis Bacon, Albert Einstein, e John, Paul, George e Ringo.
Ele pausa, vendo o olhar vazio no meu resto e gemendo.

Justin: Cristo, (seu nome), os Beatles! -ri- Deus, você me faz sentir velho.
Eu só fico parada ali, mal respirando, sem entender, mas quando ele tenta me tocar, eu ainda tenho o bom senso de me afastar.
Justin: Eu não sou um vampiro, (seu nome)...Eu...

Continua !

oooooooooooooooooooooooooooooi Pessoas do meu Blog, e ai beleza?
Revelações nesse e no próximo capítulo.. haha. E ai, ele NÃO é um vampiro. hihi.
Respondendo:
Carol: Intaum, ele quer ir lá em casa pedir, mais eu num quero.. tenho medo da minha mãe não deixar. rs  MEU DEUS, sua sogrinha é doooida man. Imagina a cena. Eu ia morre de vergonha na boa véi. Putz. rs
@belieberxoxoo: Uai menina como você some assim neah? kkkk Caralho nesse capítulo mesmo já teve revelações e nos próximos tem muito mais. hahaha. 
Imagine Belieber: Noossa que pena hein? Mais isso faz parte eu também já tive um rolo com um menino que ele só queria me usar pra fazer ciúmes na namoradinha dele. AFF '-' . kkkkk. 
Bruna: Por isso que eu tenho medo, da maioria das vezes eu sofro por amor ver. Muito dahora essa vida. '-' AAAA ée isso aê se esse menino ae ta com outra você tem é que partir pra outra manola, arruma um gatinho ae e boa. haha Já namorou? OMG. quando? Foi bom? kkkkk haha, mais logo logo você vai arrumar alguém que te merece e que te faça feliz *O* . 

Beijos .

25 julho 2012

Forever - 35º Capítulo BIG



' E vou te mostrar um mundo que você pode compreender. Essa vida é cheia 
de sofrimento, quando a felicidade não funciona, 
Confie em min e pegue a minha mão..'
Three Days Grace (Pain)

Tudo o que sei é que eu corria para uma pequena e brilhante luz.
E para longe do Justin.

(...)
No outro dia.. me levantei, fiz minha higiene pessoal vesti uma roupa normal, e fui para a escola. Chegando lá adivinha quem eu encontrei? A Alice. cara que feliz. Estacionei o carro e sai correndo, passei perto do Justin e fui em direção dela que me esperava perto do portão. E mesmo que eu não goste nada de contato físico eu cheguei perto dela e a abracei.
Alice: Ok. Ok. Também te amo. -ri e se afasta- Não tinha como eu ficar brava com vocês pra sempre não é? 
(seu nome): É.. -ri também-
O cabelo tingido de vermelho dela está seco e sem vida, o esmalte preto de sua unha está lascado, as olheiras sob seus olhos parecem mais escuras que o normal, e o rosto dela está definitivamente pálido. Mas embora ela tenha me assegurado que está bem, eu não posso evitar em abraçar ela de novo.
(seu nome): Como ta se sentindo? -olhando ela com cuidado, tentando conseguir uma leitura, mas fora sua aura parecer cinza, fraca, e translúcida, eu não consigo ver muita coisa-
Alice: O que está acontecendo com você? -afastando- Qual é? De todo esse amor e afeição? Bom.. você de todas as pessoas, com seu eterno combo capuziphod. (Graci On- Gente é a junção de capuz mais iPod, intendeu? Capuziphod.. haha ! Graci Off)

(seu nome): É..eu fiquei sabendo que você estava doente, e quando você não veio na escola ontem –eu paro, me sentindo ridícula por ficar perto desse jeito-
Alice: -ri-  Eu sei o que está acontecendo aqui. -Ela acena- Isso é sua culpa, não é? -aponta para o Justin- Você tinha que aparecer e transformar minha amiga gelada, em uma sentimental, e amável confusa. -rindo-
E embora o Justin só ria, isso não alcança seus olhos.
Alice: Foi só uma gripe . 

Marcos poe seus braços ao redor dela e nós passamos o portão. 
Alice: E..e eu acho que ter ficado deprimida por causa de Stefani fez tudo piorar. Quer dizer, eu tinha tanta febre, que eu desmaiei algumas vezes.
(seu nome): Sério?? -Eu me afasto do Justin para poder andar do lado dela-
Alice: Yeah, foi muito estranho. Toda noite eu ia para cama usando uma coisa, e quando acordava eu estava usando algo completamente diferente. E quando ia procurar o que estava usando antes, eu não conseguia encontrar. Era como se tivesse sumido ou algo assim.
Marcos: Bom.. seu quarto é bem bagunçado. né? -ri- Ou talvez você estivesse alucinando; você sabe que isso pode acontecer quando você tem uma febre monstruosa..
Alice: Talvez. -dá nos ombros- Mas todos meus cachecóis pretos sumiram, então eu tive que pegar esse emprestado com meu irmão. -Ela ergue a ponta do seu cachecol azul e o acena-


Justin: Tinha alguém lá para cuidar de você? -vindo para o meu lado e pegando minha mão, seus dedos se entrelaçando com a minha, enviando uma onda de calor através do meu sistema-
Alice: -vira os olhos- Você tá brincando? Eu poderia muito bem ser emancipada como você. Além do mais, a minha porta estava trancada o tempo todo. Eu poderia ter morrido lá dentro e ninguém saberia.
(seu nome): E quando a Drina? -meu estomago se apertando ao mencionar o nome dela.
Alice me olha de uma forma estranha-

Alice: Drina ta em Nova Iorque. Ela partiu sexta a noite. E de qualquer forma, espero que vocês não entendam, porque embora algumas das coisas dos sonhos fossem legais, eu sei que vocês não iriam gostar -para perto da aula e se inclina contra parede-
(seu nome): Você sonhou com um penhasco?  -soltando a mão do Justin, e me movendo para mais perto para ver o rosto dela de novo-
Alice:
 -apenas ri e me afasta- Um, com licença, limites! -Ela balança a cabeça- E não, não havia penhascos. Só coisas gótico selvagens, é difícil explicar, embora tivesse muito sangue e sangue coagulado.


E no segundo que ela diz isso, no segundo que eu ouço a palavra 'sangue' tudo fica preto e meu corpo cai duro em direção ao chão.
Justin: (seu nome)? -me pegando segundos antes deu cair no chão- (seu nome)- ele sussurra, a voz dele sufocada de preocupação-
E quando abro meus olhos para encontrar os dele, algo na expressão dele, algo sobre a intensidade do olhar dele parece familiar. Mas quando a memória começa a se formar, é apagada pelo som da voz da Alice
Alice: É assim que começa..Eu quero dizer, eu não desmaiei até mais tarde, mas ainda sim, definitivamente começa com um baita feitiço de tontura.
Marcos: Talvez ela esteja grávida?  -alto o bastante para vários estudantes que passavam ouvir-
(seu nome): Dificilmente .
 

-surpresa por quanto me sinto melhor, agora que estou envolvida nos braços quentes e apoiáveis do Justin- Estou bem, verdade. -me levanto e me afasto-
Marcos: Você deveria levar ela para casa. -olhando para o Justin- Ela parece horrível.
Alice: Yeah -acena- Você deveria descansar, sério. Você não vai querer pegar isso.

(seu nome): Não eu estou bem...


Mas embora eu insista em ir para aula, ninguém me escuta. E em seguida, os braços do Justin estão envoltos ao redor da minha cintura e ele está me levando de volta para seu carro.
(seu nome): Isso é ridículo.

Enquanto ele sai do estacionamento e dirige para longe da escola.
(seu nome): Sério, eu to bem. Sem mencionar que vamos ser pegos por matar aula de novo né?
Justin: Ninguém vai ser pego. -Ele olha brevemente para mim, antes de se focar de volta na rua- Devo te lembrar que você desmaiou? Você tem sorte por eu ter te pego em tempo.
(seu nome): Sim, mas aí é que está, você me pegou em tempo. E agora estou bem. Sério. Quer dizer, se você realmente está tão preocupado comigo, você deveria ter me levado para a enfermaria da escola. Não precisava me sequestrar.
Justin: Não estou te sequestrando -claramente incomodado- Eu só quero cuidar de você, me certificar que você está bem.
(seu nome): Oh, então agora você é médico?  -balanço minha cabeça e viro os olhos-


Mas ele não diz nada. Ele só cruza a alto-estrada Coast, passando pela rua que leva para minha casa até que eventualmente passamos diante de um enorme portão.
(seu nome): Onde você ta me levando? -observando enquanto ele acena para um atendente familiar, que sorri e acena para nós-
Justin: Minha casa -ele murmura, dirigindo por um colina antes de fazer uma série de curvas que levam para um beco sem saída e uma enorme garagem vazia-
Então ele pega minha mão e me leva através da cozinha e para dentro de um escritório onde eu paro com as mãos nos quadris, absorvendo todos os seus lindos móveis, o exato oposto da casa de fraternidade chique que eu esperava.


(seu nome):Isso é realmente tudo seu?  -passando minha mão por um sofá de chenille enquanto meus olhos observam lindas lâmpadas, tapetes persas, uma coleção de pinturas abstratas, e uma mesa de madeira escura coberta de livros, velas, e uma foto minha- 
(seu nome): Quando você tirou isso? -Eu a ergo da mesa e a estudo de perto, sem ter qualquer memória desse momento-
Justin: Você age como se nunca tivesse estado aqui antes -fazendo menção para que me sente-
(seu nome): Eu não estive.
Justin: Você esteve -insiste- Domingo passado? Depois da praia? Eu tenho até sua roupa molhada lá em cima. Agora sente. -Ele dá batidinhas nas almofadas do sofá- Eu quero ver você descansando.
Eu afundo nas almofadas muito recheadas, ainda segurando a foto e me perguntando quando ela foi tirada. Meu cabelo está cumprido e solto, meu rosto levemente corado, e estou usando um capuz cor de pêssego que esqueci que eu tinha. Mas embora eu apareça estar rindo, meus olhos estão tristes e sérios.


Justin: Eu tirei ela um dia na escola. Quando você não estava olhando. Eu prefiro fotos honestas, é o único jeito de realmente capturar a essência de uma pessoa -tirando a foto das minhas mãos e a colocando de volta na mesa-  Agora, feche seus olhos e descanse, enquanto eu faço chá pra você.
Quando o chá fica pronto ele coloca uma xícara nas minhas mãos, então se ocupa colocando um cobertor de lã ao meu redor.
(seu nome): Isso é muito gentil e tudo mais, mas não é necessário. -colocando a xícara na mesa e olhando para meu relógio, pensando que se sairmos agora, eu ainda posso ir chegar no segundo período a tempo- Sério. Estou bem. Devemos voltar pra escola.

Justin: (seu nome).. você desmaiou. -sentando ao meu lado, os olhos dela buscando meus rosto enquanto ele toca meu cabelo-
(seu nome): Coisas acontecem. -dou nos ombros, envergonhada com toda confusão, especialmente quando sei que não há nada errado-
Justin: Não no meu turno -ele sussurra, movendo suas mãos do meu cabeço para a cicatriz no meu rosto-
(seu nome): Não ! -Eu me afasto logo antes dele poder tocá-la, observando enquanto as mãos dele caem do seu lado-
Justin: Qual problema? -me observando-
(seu nome): Eu não quero que você pegue.


Eu minto, sem querer admitir a verdade – que a cicatriz é para mim, e apenas para mim. Um lembrete constante, me assegurando que eu nunca esqueça. É por isso que recusei cirurgia plástica, recusei deixar que eles a “consertassem.”
Saber o que houve nunca poderia ser consertado. É minha culpa, minha dor privada, e é por isso que a escondo debaixo do capuz.
Justin: -apenas ri- Eu não fico doente.
Eu fecho meus olhos e balaço a cabeça, e quando os abro

(seu nome): Oh, então agora você não fica doente?
Ele dá nos ombros e trás a xícara até meus lábios, me fazendo beber.
Eu tomo um pequeno cole e viro a cabeça e me afasto

(seu nome): Então vamos ver, você não fica doente, você não se mete em problemas por matar aula, você só tira nota 10 apesar de matar aula, você pega um pincel e você faz um Picasso melhor que Picasso. Você consegue cozinhar tão bem quanto qualquer chefe cinco estrelas, você costumava ser modelo em Nova Iorque, que foi logo antes de você viver em Santa Fé, que veio depois de você viver em Londres, Romênia, Paris, e Egito, você é desempregado e emancipado, mas ainda sim de alguma forma você vive numa casa dos sonhos luxuosa e multimilionária, você dirigi um carro caro, e..
Justin: Roma -me dando um olhar sério-
(seu nome): O que?
Justin: Você disse que eu vivi na Romênia, quando eu estava na verdade em Roma.
(seu nome): -viro os olhos. -Tanto faz, o ponto é.. –eu paro, minhas palavras presas na minha garganta-
Justin: Sim? -ele se inclina na minha direção- O ponto é...?


Eu engulo com força e desvio meu olhar, minha mente se agarrando as pontas de algo, algo que esteve me atormentando a algum tempo. Algo sobre o Justin, algo sobre aquela quase, habilidade do outro mundo dele – ele é um fantasma como a Carly? Não, isso é impossível, todos podem ver ele.
Justin: (seu nome)... - com a palma dele na minha bochecha, virando minha cabeça para que eu o olhe de novo- (seu nome) eu...
Mas antes que ele possa terminar, estou fora do sofá e fora do alcance dele, tirando a coberta dos meus ombros e me recusando a olhar para ele quando eu digo

(seu nome): Me leve para casa.

Continua com 10 comentários !


ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooi, e ai beleza? Suas Lindas, como eu disse com 10 comentários eu continuava hoje mesmo. Ta aí. BIG? Não? Eu achei u.u haha
Respondendo:
Carol: Ain que Liiindo, minha mãe é muito brava man, ela já me levou que num vai dexa eu namora nem nada ¬¬ HAHA eu também espero sempre ele me ligar, haha se quiser ele que ligue.. kkkkkkk Você dorme na casa dele? o.O mais vocês já... -você sabe- ? rsrs -se não quiser responder de boa, eu que sou mt curiosa mesmo- Intaum você já conhece sua sogrinha haha.. Vlw Boa Sorte pra vocês também haha !
@biebs_belieber: Tudo bem flor, eu te entendo, as vezes é corrido mesmo. Mais que bom que ta gostando. 
Thaynara: 5 anos? PUTZ. haha meu namorado também morre de ciúmes do Jus, vivo amolando ele com isso também. haha falo que o Justin me seduz e tal. kkkk mt foda isso. 
Bruna: Ui, haha nossa eu já sofri por amor viu... na boa não vale a pena, num sofre mesmo naum, eles não merecem se quiser que corram atrás -u.u- Mais você nem gostava desse menino da paquera naum? kkk eu que sou mt besta me apaixono fácil, e isso é péssimo.. Enfim. AAAAAAAA iintaum tcho te conta. Foi assim desde quando agente começou a ficar ele já me disse que ele era ciumento e que queria que fosse sério, ai eu a beleza né. Ai tá, agente conversa todos os dias, até que ele me falou que será que minha mãe deixava eu namora e pá. eu falei que acho naum ela é mt brava e tal.. ai ele falou que queria vir aqui em casa pedir.. E ele ficou me enxendo que queria vir aqui de qualquer jeito. Ai sábado eu sai e quando agente se encontrou.. ele disse que tinha uma coisa pra mim fala e eu como sou muito curiosa queria saber o que era né? Ai ele ficou todo com vergonha.. haha foi muito engraçado.. ai beleza, ele falou assim.. 'A.. mor.. mais tp eu i na tua casa e tal.. você quer mesmo que eu vo'? ai eu 'uai.. sei lá, se você quiser ir vai' .. ai ele 'Não, mais você quer?' Ai eu 'Uaai, você ia?' ele 'Lógico' ai eu 'Intaum eu quero ué' Ai ele falou assim 'Mais... é que.. tp.. ta vo se direto no assunto' ai eu 'Fala' Ele 'Graciele quer namorar comigo?' eu fiquei tipo meeeeeeeu Deus e agora.. eu fiquei boba sabe.. pensando, pensando... demorei um tempo pra responder e falei que queria.. Aiiin foi tão Lindo.. haha e ele todo envergonhado coitado. haha mt foda. Enfim.. acho que falei demais né? Putz. Você já namorou? Sei lá? . Diva sim viu? u.u 
Caah: Ficou estranho o capítulo? kkkkkkk mano. haha 

Beijos ! até amanhã.

Forever - 34º Capítulo

"São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades." (Alvo Dumbledore)

Justin: Eu esperava não fazer isso.
(...)
Assim que eu acordo, to deitada na cama com a Sabrina debruçada em cima de mim.. seu rosto parece aliviado, seus pensamentos um labirinto de preocupações.
Sabrina: Heey -sorrindo e movendo a cabeça. – Deve ter tido um bom fim-de-semana. 
Eu dou uma olhada para ela e depois para o relógio. Então dou um salto da cama quando me dou conta da hora.
Sabrina: Você ta se sentindo bem? –me seguindo– Você já estava dormindo quando cheguei à noite passada. Você não ta doente, ta?  –


Vou para o chuveiro, sem muita certeza de como responder. Porque mesmo não me sentindo doente, não consigo imaginar como fiz para dormir durante tanto tempo e até tão tarde.
Sabrina: Tem alguma coisa que eu deveria saber? Há algo que precise me contar..? -parada atrás da porta-
Fecho meus olhos e rebobino o fim-de-semana, recordando a praia, da Stefani, do Justin ficando para dormir e fazendo o jantar depois o café da manhã..

(seu nome): Não.. não aconteceu nada. 
Sabrina: Então anda depressa se quiser chegar até a escola a tempo. E.. tem certeza que está bem mesmo?
(seu nome): Sim ! –tentando soar definitiva, clara, tão certa quanto posso, enquanto abro as torneiras e me meto embaixo do chuveiro, sem ter certeza se minto ou digo a verdade-

Depois de um longo banho, sai e vesti ESSA roupa. 
(...)
Todo o caminho da escola o Marcos falava de Eric. Dando-me os detalhes, passo a passo, do seu rompimento por mensagem de texto na sua noite de sábado. Tentando me convencer de que não poderia importar menos, que já está completamente e totalmente superado, o que muito prova que ele não o fez.
Marcos: Você  ta me escutando? -franzindo as sobrancelhas-
(seu nome): Com certeza. – murmuro, parando em um sinal, justo a uma quadra da escola, minha mente recordando meu próprio fim-de-semana, e sempre terminando com o café da manhã. Não importa o quanto eu tente, não posso lembrar-me de nada depois disso. Estanho.. muito estranho-

Marcos: Você poderia ter me enganado. -sorri e olha para fora da janela. – Bem.., se estou te aborrecendo, é só dizer. Porque acredite, eu já superei o Eric. Já te contei da vez que ele... –
(seu nome): Marcos, tem conversado com a Alice? 
Marcos: -balança a cabeça negativamente.– E Você? 
(seu nome): Acho que não. – aperto o acelerador, perguntando-me porque só de dizer o nome dela já me enche de pavor-
Marcos: Acha que não? –seus olhos bem abertos enquanto se move no banco-
(seu nome): Não... desde sexta.


Entro no estacionamento, meu coração batendo o triplo de vezes mais forte quando vejo o Justin em seu lugar de sempre, apoiado em seu carro, me esperando.
Marcos: Bom.. pelo menos um de nós pode ter seu: E vivemos felizes para sempre - 
apontando para o Justin, que dá a volta em seu carro, com uma tulipa vermelha em sua mão-

Justin: Bom dia. –sorri, dando-me a flor e beijando minha testa, e me da um meio abraço
enquanto eu respondo com algo incompreensível e me dirijo para a entrada. O sinal toca e o Marcos vai para a aula, enquanto o Justin pega minha mão e me conduz para a Aula de Inglês. 
Justin: O Sr. Robins ta chegando já. 

No corredor indo pra sala de aula, encontramos com a Stacia que franziu a sobrancelha quando nos viu juntos. Justin se aproximou de mim, curvando-se de encontro com os meus lábios quando eu me afastei. 

Assim que cheguei na sala fui até minha carteira tirei meus livros, e fiquei me perguntando porque a presença do meu namorado está me fazendo sentir incomodada? Então quando eu fui pegar meu iPod no meu bolso entrei em pânico quando eu percebi que ele não estava lá. É. esqueci em casa, só pode. 
Justin: Você não precisa disso. -entrelaçou nossas mãos- Você me tem agora. 
Fecho meus olhos, sabendo que o Sr. Robins estará aqui em três, dois, um...
Justin: (seu nome) -sussurra, seus dedos tocando as veias do meu pulso– Está se sentindo bem?

Pressiono meus lábios e aceno com a cabeça.
Justin: Bom...Eu tive um ótimo fim-de-semana ao seu lado, espero que você também.


Abro meus olhos no momento em que o Sr. Robins entra na sala, notando como seus olhos estão inchados, seu rosto um pouco pálido e suas mãos continuam tremendo um pouco.
Justin: Ontem foi divertido, você não acha? 
Me viro para o Justin, olhando em seus olhos, minha pele quente formigando só porque sua mão está sobre a minha. Então confirmo, fazendo um 'sim' com a cabeça sabendo que é a resposta que ele quer, embora não esteja muito certa de que seja verdade.


(...)
As horas seguintes foram um borrão de aulas e confusão, e não é até que eu chegue à mesa do almoço que eu descubro a verdade sobre ontem.
Marcos: Não posso acreditar que vocês entraram na água –sacudindo seu yorgut e me olhando- Tem alguma idéia de como é fria?
Justin: Ela usou uma roupa de mergulho. –dá de ombros– Na verdade, você deixou na minha casa...
Eu desenrolo meu sanduíche sem lembrar nada disso. Nem ao menos tenho uma roupa de mergulho. Ou tenho? 

(seu nome): Hum, isso aconteceu na sexta-feira?
Justin: Não.. Você não surfou na sexta, Eu surfei. Domingo foi quando te deu aulas..
Tiro a casca do meu sanduíche, tentando me lembrar, mas continuo sem conseguir.
Marcos: Então, ela foi bem? –lambendo sua colher e olhando para mim-
Justin: Bem, estava bastante calma, considerando que não tinha muito o que surfar. Na maior parte ficamos deitados na praia, sobre alguns cobertores. E sim, ela esteve muito bem.. -ri-
Eu olho para o Justin perguntando-me se minha roupa de mergulho estava dentro ou fora daqueles cobertores, e que, se alguma coisa aconteceu embaixo deles.
É possível que eu tenha tentado compensá-lo pela sexta-feira, e em seguida bloqueado para não lembrar?
Marcos me encara, levantando as sobrancelhas, mas eu só dou de ombros e mordo meu sanduíche.
Marcos:Em que praia foram?
Mas como não consigo lembrar olho para o Justin, esperando que ele responda.
Justin: Crystal Cove. –tomando um gole de sua bebida-
Marcos: -revira os olhos- Por favor, me diga que não estão se tornando aqueles casais em que o cara diz tudo. Quero dizer, Ele pede por você no restaurante também? 


Olho para o Justin novamente, mas antes que ele responda, Marcos diz

Marcos: Não, estou perguntando pra você (seu nome).
Penso sobre nossas duas saídas a restaurantes, uma esse dia maravilhoso na Disneylândia que terminou tão estranho, e a outra vez nas corridas quando ganhamos todo esse dinheiro. 
(seu nome): Não.. eu pedi minha própria comida...Pode me emprestar seu celular?
Marcos: -tira do bolso e passa para mim– Por quê? Esqueceu do seu?
(seu nome): Yeah.. e quero mandar uma mensagem pra Alice para saber por onde anda. Tenho um pressentimento estranho sobre ela. – balanço a cabeça, sem sequer saber como explicar a mim mesma, muito menos a eles. – Não consigo deixar de pensar nela.


Marcos: Ela ta em casa, doente... Algum tipo de gripe. Além do mais está triste pelo o que aconteceu com a Stefani, embora jure que já não nos odeia.
(seu nome): Achei que tinha dito que não tinha falado com ela. – faço uma pausa e o olho de relance, certa do que ele disse no carro-
Marcos: Ela me mandou uma mensagem de texto na aula de história.
(seu nome): Então.. ela ta bem? -Olho para o Marcos, meu estômago uma desordem de nervos sem poder adivinhar o por quê-
Marcos: Vomitando até as tripas, lamentando a perda de sua amiga, mas sim, basicamente bem..


Devolvo o celular pra ele
, pensando que não há porque incomodá-la se não está se sentindo bem. Então Justin coloca sua mão em minha perna, Marcos começa a falar de Eric, e eu retomo meu almoço, assentindo e sorrindo, mas sem deixar de sentir-me desconfortável.

Quem diria, justo o dia em que o Justin decidiu passar o dia inteiro na escola vem a ser o dia em que eu desejo que ele se vá. Porque cada vez que saio de uma aula, o encontro parado do lado de fora da porta, esperando ansioso e me perguntando se me sinto bem. E realmente está começando a me irritar.
Portanto, depois da Aula de Arte, quanto estávamos caminhando para o estacionamento e ele se ofereceu para me seguir até em casa, eu só o olho 

(seu nome): Um, se estiver tudo bem pra você, eu preferiria ficar a sozinha por um tempo.
Justin: Ta tudo bem? -pergunta pela milionésima vez. Mas eu só entro no carro, ansiosa por fechar a porta e colocar alguma distância entre nós– 

(seu nome): Só preciso fazer algumas coisas, mas te vejo amanhã, Ok? –e sem dar tempo pra ele responder, vou embora-
(...)
Quando chego em casa, estou incrivelmente cansada, e me dirijo para a cama, planejando tirar um pequeno cochilo antes que a Sabrina chegue e começar a preocupar-se novamente. Mas quando me levanto no meio da noite, meu coração batendo forte e minha roupa encharcada de suor, tenho este sentimento incontestável de que não estou sozinha em meu quarto.
Pego minha almofada, agarro-a fortemente como se essas suaves plumas pudessem servir como algum tipo de escudo, então olho para o espaço escuro diante de mim e sussurro

(seu nome): Carly? -mesmo estando certa de que não é ela-
Seguro a respiração, escutando um ruído macio, como sapatos no tapete, perto da porta, e surpreendendo-me sussurrando

(seu nome): Justin?  -enquanto olho com atenção para a escuridão, sem conseguir identificar nada além de um ruído suave e abafado-

Estico-me para ligar o interruptor, ficando cega pela repentina luz, e procurando o intruso, tão certa de que tinha companhia, certa de que não estava sozinha, que me sinto quase decepcionada quando encontro o quarto vazio.
Saio da cama, ainda abraçando a almofada, enquanto tranco as portas da varanda. Então verifico o armário e olho e embaixo da cama, como meu pai costumava fazer a muito tempo atrás naquelas noites quando falava do homem do saco.

Mas sem encontrar nada, volto para a cama, perguntando-me se talvez meu sonho tivesse despertado todos esses medos.
Foi semelhante ao que havia tido antes, onde me encontrava correndo por um abismo escuro e exposto ao vento, meu vestido branco uma pobre defesa contra o vento, convidando ao vento para chicotear minha pele, arrepiando até meus ossos. E ainda assim eu pouco via, tão concentrada em correr, meus pés descalços na terra molhada e enlameada, dirigindo-me para um confuso refugio que nem conseguia ver.
Tudo o que sei é que eu corria para uma pequena e brilhante luz.
E para longe do Justin.


Continua com 10 comentários !

oooooooooooii miinhas Lindaaas.. tuudo beem coom voces? Espeero qe siim :) 
Meeus amores, só não postei ontem a noite, por falta de comentários, se tiver 10 COMENTÁRIOS, até a noite, eu posto outro hoje que tal?
Respondendo:
Caah: HAHA mais deve ter algum rolo, tem não? rsrs
Imagine Belieber: Intaum véi, eu também ligaria pro Sam e pro Dean, cara ontem eu fiquei o dia todo assistindo sobrenatural.. so muito viciada. haha.  Num tem namorado? Mais tem algum rolo, paquera num tem? rs
Anônimo: É sim amore, eu to reescrevendo .. ta gostando?
Carol: HAHA sei não hein.. tp eu e o meu namorado -ain que lindo- ele me pediu em namoro depois de um mês e uma semana ficando, só qe tp agente tava ficando sério mesmo. Ligando todo dia e tal. Você ta assim? Não? Ta como intaum? -curiosa- Sua mãe é de boa?
Luiza: Noossa intaum você namorava amr? Quanto tempo? É bom? Porque tp é o meu primeiro namorado, intaum... so meia nova nisso ainda. rs ! Porque largaram? haha
Bruna: Sua diva, se tiver 10 coments posto outro big ainda hoje.. haha Pode dexa, ela num me tira do pc naum.. haha Vlw Brúh.. rs HAHA. mais tu num tem rolo, paquera, sei lá. Nada? HAHA.. Ui, ela precisa de um tempo só pra ela. kkkkk
Thaynara: Teem? Ain que Lindo.. porque tp é o meu primeiro namorado intaum.. eu so meia nova nesse lance ainda.. rsrs. Tem alguma coisa pra mim fala? kkkkk Faz quanto tempo que você namora?
Lorena: Bem Vinda ;* HAHA será mesmo hein? kkk -suspense-

Beijos. 

23 julho 2012

Forever - 33º Capítulo


' E se eu pudesse ter apenas um desejo, Eu desejaria ter você ao meu lado, 
Eu sinto sua falta, Eu preciso de você..'
-Miley Cyrus (Stay)

Mas a única resposta que consigo é o som do meu coração palpitante enquanto pressiono a palma da minha mão contra a porta, abrindo-a e diante de mim vejo um quarto tão ornamentado, tão formal, tão magnífico..
Eu paro na entrada, tentando captar tudo. As tapeçarias finamente tecidas, os tapetes antigos, os lustres de cristal, os candelabros dourados, as cortinas de seda, o sofá de veludo, a mesa de mármore coberta de volumes. Mesmo as paredes, todas cobertas por pinturas em molduradas de ouro, todas elas capturando o Justin em trajes que abrange vários séculos, incluindo uma dele montado em um cavalo branco, com uma espada de prata ao seu lado e usando exatamente o mesmo casaco que usou na noite de Halloween.
Me aproximo dessa pintura, meus olhos procurando o furo no ombro, a área desgastada com a qual ele tinha brincado dizendo que havia sido caudado por fogo de artilharia.
Surpreendendome por encontrar o furo ali, na pintura, enquanto meus dedos traçam enfeitiçada, fascinada, perguntando-me que tipo de truque usou enquanto meus dedos percorrem até o fim da pintura, até a parte inferior onde encontra-se uma pequena placa de bronze que diz:

JUSTIN DREW BIEBER, MAIO 1775

Viro-me até a pintura que está ao lado, meu coração disparando enquanto observo um retrato de um Justin sério, vestido com um severo traje escuro, rodeado de azul, sua placa carregando as palavras:

JUSTIN BIEBER PINTADO POR PABLO PICASSO EM 1902

A pintura que está ao lado desta, tem uma textura pesada e cheia de espirais, semelhante às de...

JUSTIN DREW PINTADO POR VINCENT VAN GOGH

E ainda, todas as quatro paredes mostrando o rosto do Justin pintada por todos os grandes mestres.
Deixo-me cair no próprio sofá de veludo com os olhos lacrimejando, joelhos fracos, a minha mente disparando com mil possibilidades, cada uma delas igualmente ridículas. Então eu pego um livro mais próximo, busco o título, pagino e leio:
Para Justin Drew Bieber.
Assinado por William Shakespeare.
Eu deixo-o cair no chão e alcanço o livro seguinte, O Morro dos Ventos Uivantes, para Justin Bieber assinado por Emily Brontë.
Todos os livros dedicados para Justin Drew Bieber, ou Justin Bieber, ou só Justin. 
Todos eles assinados por autores que morreram a mais de um século.
Fecho meus olhos, tentando concentrar-me na minha respiração enquanto meu coração acelera e minhas mãos tremem, convencendo-me de que tudo é uma piada, que o Justin é um aficionado por história, um colecionador, um falsificador que passou dos limites. Talvez tenha sido uma herança familiar, deixados por uma longa linha de tataravós, todos carregando o mesmo nome e uma estranha semelhança.

Mas quando olho outra vez ao meu redor, o frio que percorre minha espinha me diz a inegável verdade: estas não são meras antiguidades e muito menos são heranças. Estes são os bens pessoais do Justin, seus tesouros favoritos que têm sido colecionados através de anos.

Coloco-me de pé tropeçando e me dirigindo para o corredor, sentindo-me insegura, instável, desesperada para fugir deste quarto assustador, esta casa mais parecida com uma cripta. Querendo colocar entre nós uma distância enorme, o tanto quanto possível, e nunca, sob nenhuma circunstância, voltar aqui.
Acabo de chegar ao degrau inferior quando ouço um grito alto, seguido de um longo e baixo gemido, e sem sequer pensar, eu me viro e corro em direção a ele, seguindo o som até o final do corredor e correndo para a porta, encontrando Justin no chão, sua roupa rasgada, do seu rosto sangue escorrendo, enquanto Alice se contorce e geme embaixo do corpo dele.
(seu nome): MEU DEUS. Justin..
Justin: (seu nome) ! -ele grita, colocando-se de pé em um salto e parando-me enquanto eu avanço, e luto desesperada para chegar até ela-
(seu nome): O que você ta fazendo com ela? –grito, olhando para eles, observando sua pele pálida, os olhos dela ficando branco e sabendo que não a tempo a perder-
Justin: (seu nome).. por favor, pare. 
(seu nome): O QUE VOCÊ FEZ COM ELA? -gritando, chutando, mordendo, esperneando, arranhando, usando toda a força que eu tinha, mais mesmo assim eu não posso competir com ele cara. Ele só fica lá, me segurando com uma mão, enquanto suporta os meus golpes com apenas uma única mão.
Justin: (seu nome) Me deixa te explicar...

Enquanto olho a minha amiga que está sangrando profundamente, com uma cara de dor, e me dou conta da terrível verdade. “Por isso que ele tentou me manter afastada.”
Justin: Não..! Não é isso. Você entendeu tudo errado. Sim, não queria que visse isso, mas não é o que você está pensando.

Ele me mantém no alto, minhas pernas balançando como uma boneca, e apesar de todos os meus golpes e lutas, ele nem sequer derramou uma gota de suor.
Mas eu não me importo com o Justin.. não me interessa. Nem estou preocupada comigo mesma. O único que me importa é a Alice, que seus lábios tornaram-se azuis e sua respiração havia enfraquecido.
(seu nome): O que você fez a ela? –encaro ele com todo o ódio que posso demonstrar.- O que você fez a ela, seu monstro?
Justin: (seu nome).. por favor, preciso que você me escute –seus olhos suplicando pelos meus-

E apesar de toda a minha raiva, apesar de toda a minha adrenalina, eu ainda posso sentir o calor de suas mãos que causam formigamentos em minha pele e faço o possível para ignorá-lo. Gritando e chutando, tentando chupar suas partes mais vulneráveis, mas sempre falhando porque ele é muito mais rápido que eu.
Justin: Você não pode ajudá-la, acredite em mim, eu sou o único que posso...
(seu nome): Você não ta ajudando ela. ta matando ela .. -gritando-
Ele move sua cabeça e me olha, seu rosto parecendo cansado quando sussurra..
Justin: Dificilmente.
E outra vez tento soltar-me, mas não consigo, não posso vencê-lo. Então eu paro, relaxando meus músculos enquanto fecho meus olhos em rendição.
Pensando: Então é assim que acontece. Assim é como desapareço.
E quando ele relaxa, chuto o mais forte que eu posso, minha bota acertando o alvo certo.. haha enquanto ele afrouxa seu aperto e caio no chão.
Vou rapidamente ao encontro da Alice, meus dedos procurando sua ensangüentada mão para verificar seu pulso, meus olhos fixos nos dois pequenos furos no centro de sua horrível tatuagem, enquanto suplico que continue respirando, que resista.
E quando alcanço meu celular, tentando ligar para 911, (pra quem não sabe.. é a Polícia ta?) o Justin se aproxima por trás, agarra o celular de minhas mãos
Justin: Eu esperava não fazer isso.

Continua !

oooooooooooooooooooooi gente Linda, coomo vocês estão? Noossa tenho um babado pra contar. Eu ia postar sábado né? Como havia dito, mais ai só tinha 6 comentários, falei assim amanhã -que seria domingo- eu posto. Ai ta. Quando chegou domingo tinha festa na minha cidade, beleza eu fui né? E como eu já falei pra vocês eu tava 'ficando' com um menino, que agora eu to NAMORANDO com ele -pois é ele me pediu em namoro sábado *-*- Ai.. o qe aconteceu eu sai de boa, tava lá junto com ele, quando deu umas 4 horas eu falei pra ele que tinha que ir embora porque eu tinha que posta aqui no blog e tal.. ele quis ir comigo até na esquina da minha casa... e Putz. Não sabem o qe aconteceu.. na despedida e tal... Minha mãe aparece. Ferro ¬¬ Ai eu falei pra ele -Noss minha mãe- ai ele me deu um beijo e foi embora. Quando eu cheguei em casa.. meu amigo... minha mãe ficou brava pra cacete, falo que num vai dexa eu sai mais, que num vai dexa eu mexe mais no pc.. falo que num vai dexa eu faze nada.. Intaum.. por isso que eu naum postei ontem. Mais agora ela já ta de boa já. rsrs.
Respondendo: 
Luiza (anônimo): Será mesmo qe ele é um vampiro? HAHA ~suspense-
Bruna: Nossa qe sorte man, a sua de fazer niver no mesmo dia da Cait .. HAHA ta gostando mesmo da história? rs
Imagine Belieber: Neeah? Eu também cara, sou viciada em comida Putz. Chocalate intaum.. haaha .

Gente PERGUNTA: ME CONTEM SE VOCÊS NAMORAM, FICAM... SEI LÁ.. curiosidade minha é demais.. hahaa !

20 julho 2012

Forever - 32º Capítulo

' Mas o seu sorriso vale mais que um diamante Se você vier
 comigo aí nós vamos adiante..'
- Charlie Brown Jr. (Dias de Luta, dias de Glória)

(seu nome):Ok, bem, boa sorte então. -desejando poder abraçá-la, convencê-la a ficar, mas sabendo que não é possível, então me dirijo ao meu carro dando a partida no motor-
(...)
Bom.. vamos colocar isso em pratica né? Peguei a lista que a Carly fez pra mim, e fui seguindo.. cheguei até um condomínio que tinha um acesso todo controlado. 
Tinha uns seguranças lá e eu tive uma ideia ótima. Embora pensei que eles não fossem acreditar.
(seu nome): Oi, eu sou a Megan Fox. E vou ver a Jode Howard. -sorri-
O Segurança procurou o nome da lista do computador e como eu sei ela está listada como a entrada número quatro (Graci On- Lovatics lembram de algo? kkkkk Graci Off) 
Segurança: Pode entrar senhorita, deixe isso na janela ao lado do motorista. E não estacione do lado esquerdo da rua, apenas o direito.
Ele me entregou um papel escrito 'Visitante'.
Esses seguranças devem ser muito padóias véi, como me deixaram entrar dizendo que eu era a Megan Fox? kkkkkkkkk Putz. Bando de burro. 

Entrei na rua do Justin. Quase chego ao topo da Colina quando vejo a próxima rua no meu mapa, depois viro a esquerda, rapidamente seguido por outra passagem à esquerda, paro ao final do bloco onde ele vive, desligo o motor e me dou conta de que tinha perdido toda a coragem. 
Quer dizer, que tipo de namorada psicótica eu sou? Quem em sã consciência pensaria em recrutar a sua irmã morta para que ajude a espionar seu namorado? Mas também não é como se algo em minha vida fosse remotamente normal, então por que meus relacionamentos seriam diferentes?

Sento-me no meu carro, concentrando em minha respiração, lutando para mantê-la lenta e regular, mesmo meu coração batendo como louco e as palmas das minhas mãos estão lisas com o suor, enquanto eu olho pela vizinhança limpa, arrumada e próspera, me dou conta que não poderia ter escolhido um pior dia para fazer isso. Primeiro de tudo, é quente, ensolarado e glorioso dia, o que significa que todos estão andando em suas bicicletas, passeando com seus cães ou trabalhando em seus jardins, o que acredito ser a pior condição que posso imaginar para espionar e, enquanto me concentrava pra chegar aqui sem nem sequer considerar que uma vez que estou aqui, não comecei a ter um plano.
Embora isso provavelmente não importasse muito. Quero dizer, o que de pior poderia acontecer? Eu ser apanhada e Justin confirmar que estou louca? Ele provavelmente já pensou isso depois de eu parecer tão carente e desesperada esta manhã.


Desço do meu carro e me dirijo para a casa dele, que fica no final da rua sem saída, plantas tropicais e a grama cortada. Mas eu não vou rastejando e nem me escondendo para não fazer nada que atraia atenção, eu só caminho tranquilamente, como se tivesse o direito de estar ali, até que me detenho em frente a sua enorme porta dupla, sem saber o que fazer.
Dou um passo para trás e olho pelas janelas que estão com as cortinas abaixadas e, mesmo não tendo idéia do que vou dizer, mordo meu lábio inferior, pressiono o botão da campainha, prendo a respiração e espero.
Mas depois de alguns minutos sem resposta, eu pressiono outra vez e quando ele não responde, giro a maçaneta e certifico-me de que está trancada. Depois, caminho pela calçada, para ter certeza de que nenhum vizinho esteja olhando, deslizo pela entrada lateral e esquivome para o quintal.


Eu fico perto da casa, observando vagamente a piscina, as plantas e a vista incrível, enquanto eu caminho diretamente para a porta deslizante de vidro, que, naturalmente, também está fechada.
Então, quando eu estou prestes a desistir ir para casa, escuto uma voz em minha cabeça urgentemente dizendo – “ A janela, a que está no dissipador”. E a encontro levemente aberta, mas o suficiente para colocar meus dedos e abri-la completamente.
Eu coloco minhas mãos na borda da janela e uso toda a minha força para puxar-me para dentro e no segundo que meus pés tocaram o chão tive, oficialmente, cruzado a linha.
Não deveria continuar. Não tenho o direito de fazer isso. Deveria escalar de volta, sair e correr até meu carro. Voltar enquanto eu posso para minha casa tranqüila e segura, mas essa voz em minha cabeça fica me dizendo para apressar-me, e como já cheguei até aqui, acho que é melhor ver aonde vai me levar.
Exploro a grande e vazia cozinha, a sala vazia, a sala de jantar desprovida de mesa e cadeiras, o banheiro com apenas uma barra de sabão preto e uma toalha, e fico pensando que a Carly tinha razão, este lugar está vazio de uma maneira que parece abandonado e assustador, sem memórias pessoais, sem fotos, sem livros. Nada exceto pelo chão de madeira escura, paredes brancas, armários vazios, uma geladeira cheia com uma quantidade de incontáveis garrafas desse estranho líquido vermelho, e nada mais. E quando chego à sala, vejo a TV de tela plana que a Carly disse, uma poltrona reclinável, a qual não mencionou, e uma grande pilha de
DVDs de língua estrangeira cujo os títulos não pude traduzir. Então eu paro ao pé da escada sabendo que eu deveria sair, já tinha visto mais que o suficiente, mas algo que eu não posso definir me força a continuar.
Seguro o corrimão, encolhendo-me quando a escada geme sob meus pés, de uma maneira alarmantemente alta neste espaço vazio, e quando chego ao fim, fico frente a frente com a porta que a Carly encontrou fechada. Só que desta vez está entreaberta.
Eu continuo lentamente, chamando a voz em minha cabeça, desesperado por alguma orientação. Mas a única resposta que consigo é o som do meu coração palpitante enquanto pressiono a palma da minha mão contra a porta, abrindo-a e diante..


Continua !


OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI miinha Lindas, véi que saudade de postar aqui. Tp eu fiquei 4 dias fora.. isso é mt tempo. Putz. Voltei com tudo falou?
Capitulo mini né? Eu sei fofas, mais é que amanhã mesmo tem outro novinho pra vocês Divas. Só não postei antes por falta de tempo, sério mesmo, ta foda viu. Não respondo os comentários mais amanhã tem CAPÍTULO BIG E COMENTÁRIOS RESPONDIDOS. !

Beijos e Feliz Dia do Amigo Gatas !